Webapps e afins

Meu grande amigo Bruno Fernandes (@porkaria) me apresentou ontem a uma ferramenta interessante do portal de experiências malucas da Jera Software Ágil.

O “Como está“, um webapp que apesar de ser focado em mobile funciona muito bem no desktop, tem por objetivo informar como está clima na sua localidade.

Independente das discussões fundamentalistas sobre a aplicação ou utilidade das ferramentas experimentais da Internet, o que há de tão interessante em mais um site de informações e previsão meteorológica? Para mim, é a maneira como este é construído.

Há pelo menos dois conceitos importantes que desenvolvedores Web deveriam acompanhar, absorver e se possível, implementar em um próximo projeto.

Primeiro, o site é desenvolvido em HTML5 com geolocation, sendo capaz de detectar o local atual do usuário e de evitar a necessidade de informá-la manualmente.

Seu código é bem simples (como bons projetos devem ser) e para os curiosos, segue o código-fonte para análise.

O segundo conceito importante, que poderia passar despercebido para quem não estiver muito atento, é um favicon um pouco diferente.

Para contextualizar, é de amplo conhecimento a construção abaixo:

Ela foi criada para indicar o ícone que o link deve apresentar na lista de favoritos, mas é largamente utilizada porque os navegadores o apresentam nas abas ou botões de barra de navegação, o que é conveniente para quem abre muitas abas ou janelas.

Mas nesta aplicação, além deste link padrão, encontramos mais um:

Este último permite ao usuário incluir um atalho da aplicação web no menu de aplicações do iPhone utilizando um ícone PNG 57×57 personalizado pelo desenvolvedor. Na prática, a webapp será apresentada como se fosse uma aplicação nativa.

É evidente que este “look and feel” de aplicação nativa não dispensa o uso de navegador e rede. Mas como diria o próprio Bruno em suas divertidas palestras pelo Brasil: “Levante a mão quem não abriu um browser hoje”. Pois é.